Mensagem

Um Homem não entra num rio duas vezes, pois na segunda vez, não é o mesmo homem nem o mesmo rio.

sábado, 25 de outubro de 2014

O Sapinho Persitente



O SAPINHO PERSISTENTE
Era uma vez um Sapinho que sonhava em ver o Arco-íris em cima do Baobá, uma arvore grande  sagrada na África, mas toda vez que tentava, o Sapinho pulava e caía.
O Leão que era o animal mais forte da floresta disse ao Sapinho:
---- Você nunca irá conseguir! Eu que sou grande e forte já tentei e não consegui, desista!
E o Sapinho tentou de novo, e caiu.
Então chegou a Borboleta com suas belas asas e disse:
----- Meu amigo desista, nem eu com minhas asas consigo subir até lá, chego ao meio do caminho e já estou cansada.
Mas o sapinho tentou de novo e... Caiu.
Enfim chegou o elefante e aconselhou o Sapinho:
----- É melhor você desistir de uma vez, nem eu com minhas trombas enormes consigo subir até lá, e você também não vai conseguir.
Mas o Sapinho não queria desistir do seu sonho, e então resolveu tentar de novo.
De um lado tinha muitos sapinhos torcendo pelo amigo e gritavam:
---- Vai, você consegue, pule mais alto!
Do outro lado os animais que já tinham fracassado gritavam:
---- Desista, desista!
E o Sapinho pulou uma vez, duas vezes, mais uma vez e num impulso chegou ao topo do Baobá e pode realizar seu sonho e contemplar o Arco-íris.
Moral da história: Quando se trata dos nossos sonhos, devemos ouvir apenas aqueles que nos incentivam, pois as opiniões negativas nunca ajudaram ninguém.


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

A vida é uma vigem de trem

A vida é uma viagem de trem

A nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e
desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas
agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques.

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas
que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais. Não
é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam,
deixando-nos órfãos de seu carinho, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas
interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e
amores.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem
experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que
passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de
tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros
acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa
viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande
dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil
é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa
estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas,
embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom
relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor,
lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e,
provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos
algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.

O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.
Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos
amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.

Mas me agarro na esperança de que, em algum momento, estarei na estação
principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não
tinham quando embarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, eu colaborei para
que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e
desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai
diminuindo sua velocidade.

Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque
do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o
término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e
que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós, têm a capacidade de
reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber
viver, é tirar o melhor de todos os passageiros.

Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que
nossos assentos não estejam mais lado a lado, com certeza, o vagão é o mesmo.


 NÃO SEI QUEM É O AUTOR, MAS PARA NÓS PROFESSORES QUE PASSAMOS POR TANTAS ESCOLAS A VIDA É VERDADEIRAMENTE UMA GRANDE VIAGEM!!!!